14 novembro, 2006

│al.berto al.quimia│



scott fitzgerald terá dito uma vez que não se podia escrever a biografia de um escritor porque é muita gente. al berto era um caso desses, porque ele era mais do que uma pessoa.

e saio da fnac com um novelo de alegria a sufocar-me a garganta.

6 comentários:

rosa disse...

Equação luminosa
Tirei ao ar um pedaço de luz. Abri
a caixa da estrofe e meti-o lá dentro. Depois,
despejei as palavras do poema para o
meio da luz, agitei a caixa, e vi
o brilho das vogais derramar-se pelas
consoantes, as sílabas soltarem
súbitas cintilações, ecos de lume
abafarem a sombra das consoantes.

Quando acabei, pus o caderno aberto
sobre a mesa, abri a caixa, deitei o
que lá estava sobre o papel e fiquei com
um poema luminoso nas mãos.
posted by nuno júdice

imo disse...

lindo... :)
obrigada por este ouro polvilhado aqui.

Luis disse...

também já cá mora, ainda não lido, mas já está na mão....

Hugo Milhanas Machado disse...

(uma pérola no coração a fazer de azul)

HMM

imo disse...

um coração a fazer de pérola, raro.
bem-vindo, hugo.
:)

Hugo Milhanas Machado disse...

(onde principiam as imagens póstumas do nome - quando dizes na minha voz)

HMM

│the end│

perdeste o nome como eu há muito perdera a infância. trying to stay awake noite turva pelo tamanho do medo and remember my name tentando lu...